CONSULTORIA

Experiência da CST ilustra o estilo PHD

A partir de práticas definidas pela PHD Brasil, a CST está implantando um sistema de data warehouse, que, antes mesmo de concluído, já é responsável pelo sensível aumento no volume de vendas

A Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST) ainda não terminou o projeto de implantação do data warehouse  (DW)

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que vai organizar informações, basicamente sobre clientes, produção, vendas, abastecimento e manutenção - algo em torno de 50 Gigabytes. Mas, graças à eficiência do sistema - que incorpora as melhores práticas, apontadas num abrangente em trabalho de consultoria pela PHD Brasil e seu consultor, Bill Inmon -, a empresa já contabiliza enormes resultados no setor de vendas.

A analista de sistema, Fernanda de Assis Gama, conta que a construção do DW começou no ano passado, quando a PHD aplicou na CST o Readiness Assessment, metodologia que permitiu avaliar, com profundidade e precisão, o ambiente de BI (Business Intelligence). “O objetivo era criar uma base de dados integrada, capaz de funcionar como eficiente ferramenta de apoio às decisões. Ainda não concluímos o projeto, mas temos certeza de que vamos chegar lá, a julgar pelo retorno já registrado no setor de vendas”, comemora Fernanda. O resultado, segundo ela, se deve ao fato de a consultoria ter permitido à CST avaliar, com segurança, o tamanho e, mais do que isso, a natureza, a complexidade e a importância do acervo para cada um dos setores da empresa.

Atualmente, a base de dados, atualizada todos os dias e permanentemente avaliada quanto à funcionalidade, armazena informações relativas a produção, vendas, abastecimento e manutenção. Mas, muito em breve, deverá integrar, também, as de interesse dos demais setores, a começar pelos Departamentos de Recursos Humanos e Controladoria.

“Nesta nova fase, em que a PHD está dando ênfase aos serviços, o caso CST ilustra de maneira perfeita o tipo de consultoria que nos propomos a prestar aos clientes interessados em criar um acervo de informações que realmente funcione como ferramenta de apoio a negócios”, registra o gerente de contas, Ronaldo Zampieri. Mais do que isso, segundo ele, o resultado do trabalho de consultoria executado na CST prova que a PHD está certa, ao afirmar que o sucesso de qualquer projeto de DW depende do grau de profundidade com o qual se avalia o acervo a ser organizado.

“No diagnóstico, que fizemos consideramos não apenas o momento, mas, também, as necessidades de cada usuário no futuro mais remoto”, explica o analista de sistemas, que chama a atenção para o desafio que o trabalho de consultoria representou. Na CST, o ambiente operacional combina, entre outros, um ERP (Enterprise Resource Planning) assinado pela PeopleSoft e ferramentas de metadados da Power Designer e da Microstrategy. Na consultoria, entre outras coisas, Bill Inmon aconselhou a siderúrgica sobre como explorar plenamente os sistemas de apoio à decisão, como realizar os processos de ETL (Extration, Transformation and Load) e, finalmente, construir uma base de dados corporativa, integrada, segura, de fácil manuseio e baixo custo, capaz de atender às necessidades dos diversos usuários.

Com uma receita líquida que, em 2003, chegou a US$ 1,2 bilhão, a CST é líder mundial no mercado de placas de aço. A produção anual gira em torno de cinco milhões de toneladas, utilizado por vários setores da indústria. Daquele volume, cerca de 20% dizem respeito a bobinas, em cujo mercado a siderúrgica só entrou há dois anos. Desde a criação, em 1983, já vendeu mais de 62 milhões de toneladas, das quais 91% destinadas a exportação. No exterior, a carteira de clientes compõe-se de, aproximadamente, 60 grandes companhias de 20 países diferentes.
 

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