GESTÃO DA
INFORMAÇÃO
PHD e Assesso reforçam aliança
|
Parceiras há nove anos, PHD Brasil e Assesso agora se unem para oferecer solução completa de tratamento da informação sob medida para teleoperadoras e instituições financeiras. |
Os grandes usuários de grandes bases de dados já podem dispor do melhor de dois mundos. A PHD Brasil, autoridade em ferramentas que permitem o acesso e transformação de dados com o máximo desempenho, acaba de assinar contrato pelo qual o SyncSort, implantado em cerca de 74 grandes corporações, mundo afora, será integrado aos projetos desenvolvidos pela Assesso, empresa especializada em soluções que garantem a fidelidade das informações, dona da ferramenta DataCare, hoje utilizada, no Brasil, em mais de 35 grandes usuários, em especial telcos, bancos, corretoras, seguradoras e financeiras.
"O que estamos fazendo é apenas reforçar uma parceria que vem de 1996, quando a Assesso e a PHD Brasil, juntas, desenvolveram solução para a Data Lista", explica Marcelo de Oliveira, gerente da Assesso para a área de qualidade de dados. O executivo, assim como Pires e o diretor comercial, Luiz Anésio Ribeiro, consideram que, para abordar o mercado das telcos e instituições, a parceria com a PHD é estratégica. "Somente o SyncSort é capaz de prover o desempenho e a economia que requerem as corporações forçadas a manipular dados em quantidade gigantesca", reconhecem os três.
O presidente da PHD Brasil, Luiz Pizani, também destaca a importância da
aliança. "Hoje, o desafio, na gestão da informação em grande volume, não é
apenas garantir a velocidade do processamento. É fundamental, também, garantir a
fidelidade delas, valor que o DataCare vem agregar à solução que estamos
compondo", resume Pizani, chamando a atenção para o fato de, no Brasil, a
Assesso ser a única empresa certificada pelo MIT (Massachusetts Institute of
Technology) em qualidade de dados.
Desempenho e fidelidade - A PHD e a Assesso raciocinam com o resultado de
pesquisas, realizadas pelo DataWarehousing Institute, segundo as quais, nos
Estados Unidos, as empresas perdem (ou deixam de ganhar, o que dá no mesmo)
cerca de US$ 600 bilhões por ano, resultado da infidelidade das informações de
apoio à tomada de decisão. A questão é tão grave que o MIT criou uma divisão
especialmente para definir práticas capazes de resolver o problema.
Especialista no assunto, a Assesso aplica a metodologia já definida pelo MIT,
que recomenda tratar a informação como produto e o analisá-la com base no que se
convenciona chamar de 3C: colectors (pessoas responsáveis pela coleta dos
dados), custodians (aqueles que se encarregam de armazená-los) e consumers
(consumidores da informação). "O maior problema, quase sempre, são os colectors",
aponta o presidente da Assesso.
Pires fala com conhecimento de causa. Recentemente, no trabalho de auditoria dos
dados em uma grande central de atendimento, a equipe da Assesso descobriu que,
nos registros de mais de 70 clientes, apareciam apenas três CPFs diferentes. É
que, avaliados pelos coordenadores inclusive pelo tempo despendido no
atendimento, os operadores optaram por preencher corretamente apenas os campos
destinados a nome e sexo, repetindo, nas fichas de todos, a mesma informação -
no caso, o CPF.